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Autarca de Miranda pede obras com urgência na estabilização dos taludes da estrada nacional 218

25 Agosto 2016
O presidente do município de Miranda do Douro está preocupado com a demora nas obras da estrada nacional 218 que liga a localidade a Espanha. Desde 2009, foram registadas várias derrocadas e a Infraestruturas de Portugal tem sido alertada para a perigosidade da situação.

A autarquia pede agora uma intervenção urgente de estabilização de encosta e taludes de escavação.

Artur Nunes pretendia que as obras de contenção dos taludes na estrada começassem ainda este ano, com a preocupação de que possa haver mais derrocadas durante o inverno.

Actualmente a circulação é alternada em parte da vida devido ao risco de desmoronamentos, situação que o autarca lamenta por dar uma má imagem do país.

Para não prejudicar o comércio o autarca pediu ainda à infraestruturas de Portugal que não corte a circulação durante a realização das obras.

Questionada, a Infraestruturas de Portugal garantiu que o projecto de execução dos trabalhos de estabilização de encosta e taludes de escavação na EN218 foi já concluído e “nos próximos dias será publicado em Diário da República, o Concurso Público para a realização da obra”.

Apesar da pretensão do autarca de Miranda do Douro, a empresa aponta o início das obras para o 1.º semestre do próximo ano.

A Infraestruturas de Portugal assegura ainda que, “até ser possível iniciar a intervenção no terreno, será realizada a monitorização permanente deste local no sentido de identificar e, caso necessário, corrigir os locais que possam apresentar algum risco”.

Mas o risco de derrocadas na estrada fronteiriça não é a única preocupação do autarca de Miranda do Douro.

Artur Nunes lamenta ainda que a Infraestruturas de Portugal não esteja a proceder à limpeza das bermas da estrada. A situação é perigosa, porque pode representar um risco de incêndios e o presidente do município diz mesmo que há zonas em que a limpeza não é feita há 3 anos.

Preocupações do autarca de Miranda do Douro. Escrito por Brigantia.

Jornalista: 
Olga Telo Cordeiro

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